segunda-feira, 24 de abril de 2017

Resumo Sociologia 2º médio (1º trim)


Aula 5. A situação das mulheres no mundo e no Brasil.



·         Dados estatísticos da situação da mulher no mundo:(Fonte – ONU/the world’s women 2015)

Caixa de texto: • População mundial:
o Homens   – 50,4%
o Mulheres – 49,6% 

• Expectativa de vida:
o Homens  – 68 anos.
o Mulheres – 72 anos.  

Caixa de texto: • Participação na força de trabalho:
o Homens  - 77%
o Mulheres – 50%  

• Participação política feminina:
o No legislativo – 22%
o Chefes de governo – 16
  
·         Países governados por mulheres em novembro de 2016:



o   Europa – Alemanha, Croácia, Escócia, Kosovo, Lituânia, Malta, Noruega, Polônia e Suíça.

o   América – Chile, Jamaica e Trinindad-Tobago.

o   Ásia – Bangladesh e Coréia do sul.

o   África – Libéria e República Centro-Africana.



·         População brasileira:



o   Mulheres  – 51,4%

o   Homens   – 48,6%



·         Dados estatísticos da violência contra a mulher no Brasil:



·         Número de homicídios femininos:

o   Em 1980 –  1353.

o   Em 1990 –  2585.

o   Em 2000 –  3743.

o   Em 2010 –  4465.

o   Em 2013 –  4762 ( em média 13 por dia).





  

Aula 6. Mulher: igualdade, diversidade e respeito.



·         No Brasil houve avanços significativos na área dos direitos das mulheres, principalmente na Constituição de 1988, porém ainda encontramos a discriminação, seja ela trabalhista, familiar ou afetiva.

·         Um dos grandes problemas é que as diferenças naturais, biológicas passam a ser vistas como desigualdades, tornando as mulheres vulneráveis à exclusão social.



·         Essa exclusão surge nos âmbitos político, econômico e social, tendo desdobramentos nas áreas da cultura, educação, trabalho, políticas sociais, etnia, identidade e outras.



·         As relações entre homens e mulheres, ao longo dos séculos, mantém caráter excludente e preconceituoso, deixando a mulher em condição de inferioridade. Até mesmo os ideólogos burgueses do século XVIII destacaram a inclinação natural das mulheres para o lar e para a educação das crianças.



·         A educação, seja a informal doméstica ou a instrução escolar, contribui para manter as bases da exclusão e da violência contra a mulher.



·         É a partir de detalhes que essa imagem de inferioridade vai sendo construída: brinquedos infantis (carrinho X boneca), estereótipos (azul X rosa), piadas, apelidos e ofensas (chamar um garoto de mulherzinha). 



·         Dessa forma, vão sendo atribuídas personalidades padronizadas para homens e mulheres, gerando a necessidade da existência de um ser frágil, dócil e submisso para justificar o poder do outro, forte, agressivo e dominador.



·         A cultura brasileira é historicamente patriarcal e machista, gerando uma situação de desigualdade difícil de enfrentar.



·         É necessária a desmontagem de um esquema construído numa lógica patriarcal que dificulta a percepção de mundo, tornando a desigualdade algo “natural”. 



·         A proposta de desconstrução é a de desmontar a lógica das oposições binárias do pensamento tradicional, evidenciando que estas são construções históricas, podemos começar com pequenos gestos e atitudes positivas, rejeitando qualquer rótulo de inferioridade feminina, isto como um primeiro passo rumo à igualdade de gênero.

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